segunda-feira, 16 de abril de 2012
Reportagem do dia 16.03.2012 do Programa Bom Dia Rio Grande que atualizou informações do andamento da aplicação da Lei de Retirada das Carroças em Por
domingo, 15 de abril de 2012
Continuação da Reportagem Redução Gradativa de Carroças em Porto Alegre
Continuação da Reportagem Redução Gradativa de Carroças em Porto Alegre
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sábado, 14 de abril de 2012
Reportagem no Programa Bom Dia Rio Grande em 14, 15 e 16.03.2012
Redução Gradativa de Retirada das Carroças em Porto Alegre - Reportagem no Programa Bom Dia Rio Grande em 14, 15 e 16.03.2012
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Câmara adia votação sobre fim de carroças
Numa das sessões mais tumultuadas dos últimos anos, a Câmara de Vereadores adiou, ontem, a votação do projeto que prevê o fim da circulação de carroças pelas ruas de Porto Alegre.
Faltou quórum no momento de votar. Apenas 14 dos 36 vereadores ficaram no plenário. A expectativa é de que a proposta volte a debate na segunda-feira.
ACâmara mobilizou 38 seguranças e mais guardas municipais para conter os ânimos entre carroceiros e defensores dos animais, separados por galerias. Mais exaltados, por temer a perda do ganha-pão, os donos de carroças abafavam os discursos dos vereadores favoráveis ao projeto, com apupos e gritos:
- Máfia do lixo! Máfia do lixo!
A sessão precisou ser interrompida diversas vezes. Um dos mais vaiados foi o autor do projeto e presidente da Câmara, Sebastião Melo (PMDB). O parlamentar quase não pôde explicar que a retirada dos veículos de tração animal ocorrerá aos poucos, ao longo de oito anos, mediante compensações que garantam alternativas de renda às famílias dos carroceiros.
Voz discordante na bancada do PT, Adeli Sell chamou de "hipócritas e populistas" os que desejavam adiar a votação de ontem. Além dos insultos, ouviu ameaças vindas da ala dos carroceiros.
Os vereadores contrários justificaram que o projeto "não estava maduro" para ser aprovado. O petista Carlos Comassetto anunciou que integrantes de PT, PC do B, PTB, PDT e PSDB encaminharam requerimento para adiar a votação por cinco sessões. Como foram derrotados, por 17 votos contra 16, retiraram-se do plenário na hora final, provocando o encerramento da sessão.
Carroceiros devem intensificar mobilização
Os representantes de entidades protetoras dos animais gostaram do adiamento. Lourdes Sprenger, do Movimento de Defesa da Vida Animal, ressaltou que não estava apenas a favor dos cavalos puxadores de carroça.
- O projeto é amplo, beneficia a todos, inclusive os carroceiros. Eles não podem continuar sendo carroceiros por gerações - observou.
Ao final da sessão, as defensoras dos animais precisaram ser escoltadas pelos seguranças. Da galeria dos carroceiros, mulheres protestavam, algumas chorando.
- Por que estão encarnando em quem trabalha? Por que as madames não vão cuidar dos seus cachorros? - disse Katia Aparecida Dias, 29 anos.
A intenção dos vereadores é aperfeiçoar o projeto até segunda-feira, quando deverá entrar novamente em votação. O presidente da Associação dos Carroceiros da Grande Porto Alegre (Ascapoa), Teófilo Motta Júnior, avisou que a mobilização será intensificada para impedir a aprovação.
O que prevê o projeto
- Retirada gradativa de todos os carroceiros em até oito anos
- Cadastramento social das famílias que vivem das carroças
- Oferecer alternativa de trabalho para os carroceiros
- Entre 5 mil e 8 mil carroças andam pela Capital, segundo a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC). Cerca de 30 mil pessoas dependem da coleta de lixo reciclável
Zero Hora
terça-feira, 10 de junho de 2008
Zero Hora - Câmara discute fim das carroças
Será votado nesta quinta-feira, na Câmara de Vereadores de Porto Alegre, o projeto de lei que pretende proibir a circulação de carroças no trânsito da Capital.
De acordo com a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC), a carroça é hoje o principal meio de sustento para 30 mil pessoas na cidade. A empresa estima que circulem pelas ruas de Porto Alegre de cinco mil a oito mil carroças.
- Estamos preocupados com o futuro. Se a lei passar, vai aumentar o número de desempregados e de moradores de rua - disse o presidente da Associação dos Carroceiros da Grande Porto Alegre (Ascarpoa), Teófilo Motta Júnior.
Para reduzir os efeitos negativos da medida entre essa população, o projeto prevê que a retirada das carroças seja feita, após um cadastramento, de forma gradativa. Se aprovada, a lei concederia oito anos de prazo para que todas as carroças fossem retiradas de circulação e exigiria que a prefeitura oferecesse aos carroceiros uma alternativa de trabalho.
- Pode ser por meio de qualificação profissional para os jovens, criando uma central de reciclagem bem estruturada ou recolocando os carroceiros nos galpões já existentes na cidade - sugeriu o autor do projeto de lei, Sebastião Melo (PMDB), presidente da Câmara Municipal.
Serão necessários 19 votos para a aprovação. A bancada do PT, que ainda não firmou posição, estuda sugerir alterações e quer aprofundar mais a compensação social, de acordo com a líder da bancada petista, Margarete Moraes.
| O que prevê a proposta |
| - Retirada gradativa de todos os carroceiros em até oito anos |
| - Cadastramento social das famílias que vivem das carroças |
| - Alternativa de trabalho para os carroceiros |
sábado, 31 de maio de 2008
Cavalo cai no Arroio Dilúvio
Uma carroça com cavalo caiu dentro do Arroio Dilúvio, na esquina entre as avenidas Borges de Medeiros e Ipiranga, na Capital por volta das 15h50min. Conforme o responsável pelo veículo, Luís Fernando Rodrigues, 18 anos, o animal se assustou, começou a andar para trás e foi puxado para dentro d'água pelo peso da carroça.Para comentar no site da Zero Hora, clique aqui.
Um caminhão do Corpo de Bombeiros foi deslocado para o local, e pelo menos quatro homens participaram da retirada do animal, que levou 40 minutos. Um dos bombeiros precisou entrar na água para domar o cavalo. O sargento Aderlei da Silva Xavier, da Estação Açorianos, explicou que a maior dificuldade para a retirada foi a altura da água. Apesar do susto, o animal não se feriu.
Reportagem de Thais Sardá (thais.sarda@zerohora.com.br)
Veja mais fotos do fotógrafo Emílio Pedroso
Fonte: Plantão Zero Hora
segunda-feira, 26 de maio de 2008
E as carroças continuam a provocar trágicos acidentes
ACAIACA - Um acidente pouco comum chamou a atenção dos motoristas que trafegavam na tarde desse domingo na MG-262, altura do município de Acaiaca, região da Zona da Mata mineira. Uma carroça colidiu de frente com um carro de passeio ao entrar em uma curva da rodovia na contramão. Segundo a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), o veículo de tração animal conduzido por um homem de 63 anos, tentou sair do acostamento para atravessar a via, sendo surpreendido pelo carro.
Com o impacto da colisão, a égua apelidada de "Branca" morreu na hora. O motorista do carro de passeio, de 47 anos, sofreu ferimentos leves. Já, o condutor da carroça, apresenta traumatismo craniano e permanece internado, de acordo com o hospital regional.
Apesar do incidente, o trânsito não foi prejudicado na rodovia.
JUVERCY JUNIOR
Fonte: O Tempo
sexta-feira, 16 de maio de 2008
Zero Hora: Capital tem projeto para carroceiros
A prefeitura da Capital pretende implantar, ainda este ano, um projeto para retirar as carroças das ruas. Há cerca de um mês, foi adquirido um terreno de 2 mil metros quadrados na Zona Norte para receber um centro de triagem, onde os coletores de lixo poderiam separar materiais recicláveis recolhidos pelo Departamento Municipal de Limpeza Urbana (DMLU), deixar os filhos em uma creche, fazer refeições e assistir a cursos profissionalizantes.
O projeto das centrais de materiais recicláveis chegou a ser apresentado no ano passado para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), mas a instituição não concedeu financiamento por entender que não se adequava à sua área de atuação. Agora, o município está em negociações com o Ministério do Trabalho e outras fontes de recursos.
- A grande dificuldade é o financiamento, porque construir unidades de maneira simplista não é uma forma adequada de atender às necessidades dessas pessoas. Por outro lado, fazer algo muito sofisticado acaba encarecendo - diz o prefeito José Fogaça.
O prefeito diz que a idéia foi discutida com representantes dos carroceiros. O objetivo é garantir o sustento deles, sem que precisem recolher o lixo das ruas por meio de carroças ou carrinhos. O serviço seria feito exclusivamente pelos caminhões da coleta seletiva do DMLU, enquanto os catadores seriam deslocados para as unidades de triagem. Lá, além de separar o lixo seco, receberiam cursos profissionalizantes e poderiam usar as creches.
- A intenção é gerar um volume de materiais recicláveis grande o suficiente para manter o mesmo rendimento que eles têm hoje. Quando assumimos o governo, dissemos que iríamos enfrentar a questão dos camelôs e dos carroceiros encontrando uma opção aceita pelos trabalhadores e satisfatória para o interesse da cidade - argumenta Fogaça.
Conforme a secretária de Coordenação Política e Governança Local, Clênia Maranhão, o valor de implantação do centro de triagem fica em torno de R$ 1,5 milhão. A unidade piloto, que se localizaria em um terreno já adquirido na Rua Frederico Mentz, seria capaz de atender a cerca de 500 pessoas - número que poderia ser ampliado posteriormente. Calcula-se que a Capital tenha perto de 8 mil pessoas vivendo da coleta de lixo reciclável.
terça-feira, 13 de maio de 2008
Polêmica no Trânsito: O duelo carroças x carros
- Ele atende bem à rédea ? - questionou SantAna, apontando com um gesto de cabeça para o cavalo Pretinho.
- É uma criança - comparou Teófilo, como gosta de ser chamado.
- Então vamos embora - disse o colunista, tomando as rédeas e tocando adiante o animal.
O primeiro contato com o tráfego pesado ocorreu no momento de ingressar na BR-116. Somente quando o fluxo de carros e grandes caminhões deu uma brecha de alguns segundos o animal conseguiu tempo e coragem para entrar na rodovia. A partir daí, a cena mais comum foi a de automóveis evitando a faixa em que se encontrava a carroça tão logo era possível avistá-la.
Na Avenida Presidente Franklin Roosevelt - rota de carroceiros que vêm das ilhas - , pelo menos três automóveis fizeram manobras bruscas para sair da traseira do veículo e acelerar logo depois. Nas avenidas Benjamin Constant e Cristóvão Colombo, novamente a carroça afugentou os motoristas da faixa na qual ela se encontrava. Isso contribuiu para reduzir a velocidade média no trecho, embora não tenha provocado congestionamento.
Apesar do visível desagrado de alguns condutores, não houve buzinadas ou xingamentos direcionados à dupla. Antes de dar por encerrada a viagem, SantAna coletou sacos de lixo, restos de embalagem de papelão e ajudou a carregar a carroça.
O colunista avaliou a experiência:
- A carroça flutua no meio do trânsito, dá uma sensação grande de insegurança principalmente porque não tem retrovisor. Percebi também que os carros evitam a carroça desde uma grande distância, fogem dela pela baixa velocidade. O importante é que, se proibirem as carroças, que não deixem os carroceiros desamparados - concluiu o colunista e carroceiro improvisado.
*Colaborou Maicon Bock (Especial)
Assista como foi o passeio do ex-vereador Paulo Santana como carroceiro por poucas horas:
domingo, 4 de fevereiro de 2007
Correio do Povo (04/02/2007); Proposta é retirar a tração animal em 8 anos
PORTO ALEGRE, DOMINGO, 4 DE FEVEREIRO DE 2007
Proposta é retirar a tração animal em 8 anos
Os vereadores Sebastião Melo e Adeli Sell representam, na Câmara Municipal de Porto Alegre, a proposta de promover o fim gradativo da presença das carroças no Centro em oito anos e a instalação, em projeto piloto, de contêineres para a coleta seletiva do lixo. A iniciativa, de autoria de Melo, já chegou ao prefeito José Fogaça, que prometeu se posicionar até março sobre o assunto. Os vereadores aguardam a afirmação de que a prefeitura garantirá renda e trabalho a carroceiros e carrinheiros. Adeli Sell disse que a situação atual é incompatível com o trânsito, com os animais e com os próprios trabalhadores. 'Ou solucionamos o problema, ou afundaremos com ele', lamenta.Entidades de proteção animal, como o movimento Carroças Têm Solução, acusam que muitos catadores maltratam os cavalos. O diretor de Trânsito e Circulação da EPTC, José Govinatzki, ressaltou que a EPTC tem recolhido cavalos, dado tratamento e leiloado para pessoas que se comprometem a cuidar dos mesmos. Segundo Govinatzki, outro problema é que muitos carroceiros não respeitam a lei de trânsito. Um dos coordenadores do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis, Alex Cardoso, disse que o problema está nos carroceiros que não são filiados. 'Do total de 8 mil que circulam em Porto Alegre, apenas 1,2 mil estão organizados', apontou.
O diretor do Hospital das Clínicas Veterinárias da Ufrgs, professor Carlos Afonso Beck, contou que atende freqüentemente animais de carroceiros. No mínimo, três cavalos por dia. 'Geralmente quem procura é quem não maltrata', apontou.
Correio do Povo
Porto Alegre - RS - Brasil
segunda-feira, 7 de abril de 1975
Vídeo de 1975 de "Vila Sésamo" mostra carroça como meio de transporte
Carrinho, carroça, carro e caminhão são meios de transporte que servem para carregar coisas.
Para acessar o vídeo, clique aqui.